When the world goes global, the church goes local

Vamos! Às nossas cidades, aos nossos bairros e ruas. Sejamos missionários nas nossas próprias comunidades. Nos cafés e bares, nos polidesportivos e conservatórios, nas escolas, nas padarias, nos pequenos e grandes comércios, nos parques infantis e nos mercados tradicionais, nos transportes públicos e nos consultórios médicos.

Esta é a vocação da Igreja. Sempre foi. Agudiza-se agora a urgência de que a Igreja seja Igreja, num século em que as sociedades se tornaram demasiado globais e fragmentadas, exarcebando tudo quanto é virtual e étereo. Agudiza-se agora a urgência de que a Igreja seja uma presença local efetiva, autêntica e palpável.

Que a Igreja promova nas nossas cidades as redes de proximidade capazes de garantir que os anónimos, os sós e os perdidos são acolhidos. Que a Igreja seja nas nossas cidades o abraço autêntico e abnegado ao homem que, embrenhado neste aparato de tecnologia, de ritmo e de ruído, talvez nunca antes se tenha sentido tão profundamente só.

Vamos de joelhos dobrados e coração aberto! Servir, doar, amar a cidade.

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