Resposta

by davidraimundo

Ouço de novo o teu eco em mim:
a tua voz desconcertante,
bálsamo de inquietação,
ternura que sonda coração,
paradoxo penetrante.

Falas-me do imponderável mistério
e convidas-me à Grande Dança:
majestosa valsa da esperança,
orquestrada em refrigério.

Ouço de novo o teu eco sem fim:
a tua voz a convidar: vem a mim!
Vou. Confio sim.

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